“Endémica”. Eis o retrato da corrupção em Timor-Leste

Peacekeeping - UNMIT

A corrupção nos departamentos governamentais, administração pública e outros organismos é “generalizada” e pode mesmo ser considerada “endémica” em Timor-Leste, de acordo com um relatório preparado para o executivo timorense.

O documento, divulgado esta semana pelo Ministério da Justiça, sublinha haver uma “percepção geral de que muita da corrupção está relacionada com pequenos subornos pagos para facilitar a obtenção de serviços públicos básicos”.

Ainda assim, refere que “a corrupção de alto nível predomina nos Ministérios das Finanças, da Educação, da Saúde e do Interior, envolvendo sobretudo aquisições e obras públicas, áreas nas quais os sistemas e controlos sobre as despesas estão mal concebidos e mal implementados”.

As conclusões fazem parte do relatório de “Avaliação Nacional de Riscos de Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo” em Timor-Leste, que acompanha o Plano Estratégico Nacional de Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo para os próximos cinco anos.

Os documentos foram preparados pela Comissão Nacional para a Implementação das Medidas Destinadas ao Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo (CNCBC) e divulgados esta semana pelo ministro da Justiça, Ivo Valente.

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