Palestra sem tradução em cantonês deixou convidados sem saber o que se dizia

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O encontro entre os diversos sectores da sociedade e o Primeiro-Ministro Li Keqiang ficou marcada pela falta de tradução do mandarim para o cantonense e português. Uma decisão do Governo que impediu que alguns dos convidados –  nomeadamente os cidadãos de Macau de origem macaense e portuguesa –  percebessem o que foi dito pelo líder chinês.

Entre as pessoas que foram afectadas por esta decisão estiveram o arquitecto Carlos Marreiros e o advogado Jorge Neto Valente: “Não lhe posso dizer nada… Foi tudo em mandarim. Não é preciso tradução oficial, isto é uma manifestação patriótica e é isso que interessa. Penso que era esse o propósito. Não fico nada incomodado por não haver tradução. Isto hoje é preciso falar a língua nacional, Isso é indiscutível”, disse o advogado em tom irónico.

Segundo o PONTO FINAL conseguiu apurar, até à véspera do evento estava prevista a tradução para cantonês, mas essa decisão foi alterada, sem que os convidados tivessem sido avisados.

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