Primeiro-ministro descerrou placa da futura casa do Fórum Macau

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O primeiro-ministro, Li Keqiang, descerrou ontem uma placa no Complexo da Plataforma de Serviços para a Cooperação Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, estrutura que vai nascer no centro de Macau, nas imediações do local onde agora se ergue a Assembleia Legislativa.

A cerimónia de descerramento da placa, realizada no âmbito da V Conferência Ministerial do Fórum Macau de cooperação entre a China e países lusófonos pretendeu, segundo o governo local, simbolizar “o novo patamar para Macau na criação da Plataforma de Serviços para a Cooperação Comercial entre a China e os países de língua portuguesa”.

O futuro complexo, além de alojar as instalações do Fórum Macau, vai albergar o Centro de Exposição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa, o Centro de Serviço Empresarial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, o Centro de Formação, o Centro de Informações e um Pavilhão sobre Relações Económicas, Comerciais e Culturais entre a China e os Países de Língua Portuguesa.

Com uma área de 14.200 metros quadrados, terá ainda um Pavilhão de Exposição alusivo ao desenvolvimento urbanístico de Macau e irá disponibilizar “escritórios temporários e permanentes para os serviços públicos, organismos e as associações da China e dos países lusófonos envolvidos na construção da plataforma e organização do Fórum”, detalha o Governo em comunicado.

O centro vai ser construído nos Lagos Nam Van, não havendo, porém, um calendário para a abertura.

O plano de edificar o centro junto ao edifício da Assembleia Legislativa foi revelado no início do mês passado pelo secretário para os Transportes e Obras Públicas, Raimundo do Rosário, na reunião do Conselho do Planeamento Urbanístico.

Após a IV Conferência Ministerial do Fórum, em Novembro de 2013, o vice primeiro-ministro da China Wang Yang incumbiu Macau de construir três centros: um de serviços para as pequenas e médias empresas dos países de língua portuguesa, um de distribuição de produtos e um de exposição e convenções.

Segundo o plano de acção para 2014-16, no plano do papel de Macau como plataforma, os ministros da China e dos países lusófonos acordaram em estudar o estabelecimento do Centro de Serviços Comerciais para as Pequenas e Médias Empresas, do Centro de Convenções e Exposições para a Cooperação Económica e Comercial e em incentivar o estudo sobre um centro de distribuição dos produtos alimentares dos países de língua portuguesa.

A 31 de Março foi inaugurado o Centro de Exposição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa, onde se encontram expostos os produtos acessíveis para compra através de um portal desenvolvido pelo Governo de Macau que garante a sua entrega na China, pelo que esse figura como o único dos três centros anunciados que se encontra em funcionamento.

O primeiro-ministro termina hoje a sua primeira visita oficial à Região Administrativa Especial de Macau.

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