GP de Macau: Yokohama perde para Pirelli o fornecimento de pneus à Fórmula 3

Há 33 anos que o fabricante japonês Yokohama fornecia os pneus para as provas de Fórmula 3 inseridas no Grande Prémio de Macau. Até que chegou a Pirelli e estragou os planos ao fabricante nipónico, garantindo o concurso para este ano. Entretanto, a FIA anunciou novidades no Europeu da categoria.

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O gigante japonês dos pneus Yokohama perdeu o acordo  que tinha com a Comissão do Grande Prémio de Macau relativa ao fornecimento de pneus para as corridas de Fórmula 3 pela primeira vez desde que a categoria foi admitida, em 1983, na mais antiga prova regular do desporto motorizado do Extremo Oriente. O Conselho Mundial de Automobilismo da Federação Internacional do Automóvel (FIA) anunciou anteontem que seria a Pirelli, fornecedor de pneus da Fórmula 1, a garantir a borracha que será queimada este ano no Circuito da Guia pelos bólides da Fórmula 3

Agendado para o período de 17 a 20 de Novembro, o GP de Macau deste ano conta com um envolvimento consideravelmente maior da Federação Internacional do Automóvel do que em edições anteriores, sobretudo depois de Barry Bland, director-executivo da Motor Race Consultants –empresa que colaborava com a Comissão do GP na organização da Taça Intercontinental de Fórmula 3 – ter batido com a porta no início do mês.

Sobre o acordo para o fornecimento de pneus, o portal da revista Autosport apurou que a Pirelli e a Yokohama – que também abastece o Campeonato Japonês de Fórmula 3 – estavam na corrida contra um outro concorrente: a sul-coreana Hankook, que fornece os pneus do Campeonato da Europa da categoria. A dada altura, no entanto, a disputa acabaria por se resumir a uma corrida a dois entre a Pirelli e a Yokohama, com a multinacional italiana a levar a melhor.

 

Mudanças na “regra da experiência”

 

Entretanto, a Federação Internacional do Automóvel apresentou uma modificação à sua “regra da experiência”, introduzida para o Europeu de Fórmula 3 esta temporada e que impedia os pilotos de competir mais do que três épocas na série. A regra havia gorado as negociações das equipas com os pilotos Antonio Giovinazzi e Tatiana Calderón – ambos já haviam participado em três temporadas – para o campeonato que decorre. Com a alteração, passa a ser admitido um máximo de quatro temporadas na categoria.

Outras regras anunciadas incluem penalizações mais leves para a mudança de motor – que passam a afectar apenas uma corrida – e a proibição dos testes em túnel de vento. Prémios de 500 mil euros (4,5 milhões de patacas) a serem repartidos entre o vencedor do campeonato de pilotos, o melhor “rookie” (estreante) e o campeão por equipas, ficaram também definidos.

 

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