Polícia esquece-se da arma em casa de banho pública

O objecto abandonado, pertencente a um agente da Divisão de Trânsito, era um revólver de calibre .38, totalmente carregado e pronto a disparar. O polícia distraído já está a ser alvo de uma averiguação interna e sujeita-se a uma acção disciplinar ainda não especificada.

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Uma pistola foi encontrada abandonada numa casa de banho pública na Zona de Aterros do Porto Exterior (ZAPE). Alertada por um utilizador das instalações, que  encontrou a arma, a Polícia de Segurança Pública (PSP) foi até ao local confirmar: tratava-se da pistola de um agente daquela força policial, que a terá esquecido por distracção. O objecto foi imediatamente recolhido pela polícia.

O caso remonta à quarta-feira passada, por volta do meio-dia. Um cidadão que passava pela zona da Praça da Flor-de-Lótus, motivado por uma vontade inadiável de satisfazer certas necessidades fisiológicas, encontrou salvação na casa de banho pública daquela área. Mas não foi a única coisa que encontrou: ali mesmo, numa pequena saliência por  detrás da sanita, repousava serenamente o que parecia ser um revólver de verdade, dentro de um coldre de couro, de cor branca.

A chamada de alerta deu entrada nas forças de segurança momentos depois e não demorou muito até que um destacamento da Policia de Segurança Pública acorresse ao local para confirmar: o objecto abandonado era mesmo uma pistola da polícia de calibre .38 – com o tambor totalmente carregado com seis balas e pronto a disparar – guardada no seu coldre, de acordo com notícia avançada pelo site Macau Concealers, plataforma informativa subsidiária da Associação Novo Macau (ANM).

A cor branca do coldre indicava tratar-se de uma pistola pertencente a um agente da Divisão de Trânsito, o que foi posteriormente confirmado. O agente em causa, com o estatuto de guarda principal na Divisão de Trânsito, especializado na escolta de comboios de veículos de personalidades importantes, já trabalhava para aquela unidades policial desde 1999. De acordo com as informações disponíveis, o agente em causa já está a ser sujeito a uma investigação interna, com a qual estaria a colaborar de forma conformada, embora a polícia ainda não tenha avançado nada à imprensa relativamente a este caso por meio do mecanismo de notificação oficial. O  agente sujeita-se a uma acção disciplinar cujos detalhes ainda não são conhecidos.

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