Sete candidatos à construção de habitação pública de Mong Ha

 

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Ao fim de uma extensa paragem de mais de quatro anos, o bulício das obras deve regressar no início do próximo ano ao estaleiro onde deverá nascer o Complexo de Habitação Pública de Mong Há. A garantia foi ontem dada pelo Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas (GDI), à margem do processo de abertura das propostas relativas à segunda fase da construção da empreitada. Para além da habitação pública, a obra engloba também a construção das instalações desportivas que deverão substituir o antigo Pavilhão de Mong Ha.

O GDI recebeu um total de sete propostas, quatro das quais foram aceites no imediato. Duas outras foram aceites pelo organismo à condição e uma foi recusada pelo Gabinete.

Das seis propostas aceites, a mais económica propõe um orçamento de 1,59 mil milhões de patacas, quase trezentos milhões de patacas menos que a proposta mais avultada (que ronda 1,83 mil milhões de patacas.). No primeiro concurso relativo à segunda fase do projecto de construção do Complexo de Habitação Pública de Mong Ha, a obra foi adjudicada por 685 milhões de patacas, mas a construção das chamadas super-estruturas não estava incluída no orçamento.

A obra tem um período mínimo de conclusão de 980 dias e máximo de 1336. A empreitada, sublinha o Gabinete de Desenvolvimento de Infra-estruturas deverá arrancar no início do próximo ano e estar concluída o mais tardar em 2021.

 

 

 

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