Governo com plano para restauro e revitalização do parque de Ká Hó

O Executivo está a trabalhar para tornar a área numa atracção e a ideia começou a ser discutida ontem durante o Conselho para o Desenvolvimento Turístico. Até ao fim do próximo ano o restauro das casas que integravam a antiga Leprosaria estará concluído.

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João Santos Filipe

O Governo está a preparar a revitalização da Vila de Nossa Senhora, em Ká Hó, e até ao final do próximo ano os edifícios da antiga Leprosaria vão ser todos renovados. O objectivo passa por tornar o local numa atracção turística e a ideia – que está ainda numa fase inicial – foi ontem discutida na reunião do Conselho para o Desenvolvimento Turístico, que incluiu uma visita dos membros ao local.

“O plano é para restaurar as casas que estão abandonadas e que actualmente não podem ser usadas. O Instituto Cultural ainda vai propor ideias sobre como deve ser  reaproveitada a zona. Por agora o que existe é apenas um estudo e algumas ideias”, disse o secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam. “Todos os membros do Conselho gostaram muito deste projecto. Acharam que o Governo deve ser ainda mais rápido a reaproveitar os espaços porque já estão abandonados há muitos anos e só agora é que o Governo vai aproveitar a zona. Mas ainda vamos ouvir mais opiniões e sugestões”, esclareceu o secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, após ter sido questionado sobre a oposição a alguns dos seus projectos mais recentes.

Entre as cinco casas do parque de Ká Hó que sobreviveram à voragem dos anos, uma há que foi renovada em 2013. Até ao final do ano o Governo espera concluir a restauração de uma segunda unidade, cujos trabalhos já estão em andamento. Depois, no decorrer do próximo ano, vão ser renovadas as restantes três estruturas, assim como o centro de actividades que existe no local, que no passado foi utilizado como centro de culto.

“Temos que aproveitar [o espaço] e apresentar um projecto geral, com transportes, conteúdos para museus ou casas… Penso que isso ainda vai levar alguns anos. O processo de restauro é rápido, mas tornar o espaço num sto﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽tar esta zona porque se isso vai levar alguns anos. Para restaurar mo transportes, conteeaproveitar esta zona porque sítio que atraia as pessoas leva mais tempo… Talvez três anos”, explicou Alexis Tam.

 

Críticas são campanha eleitoral

 

Ainda sobre as críticas a projectos como as Casas-Museu da Taipa, a nova Biblioteca Central ou o Museu do Grande Prémio, Alexis Tam sublinhou que fazem parte da campanha para as eleições do próximo ano.

“Agora é a campanha eleitoral e as pessoas gostam de falar para atrair a atenção… É só isso. As pessoas gostam de falar para chamar a atenção. Mas isso não significa que o Governo não vai fazer [os projectos]… Sinto que tenho todo o apoio do Chefe do Executivo”, realçou.

 

Ainda sobre o projecto de reabilitação de Ká Hó, a chefe do Departamento do Património Cultural, Deland Leong Wai Man, explicou que o restauro concluído em 2013 teve um custo de um milhão de patacas. Este deve ser também o montante investido por cada casa e no centro de actividades.

 

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