Andrew Scott: “Problema mantém-se e é insustentável”

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Apesar de a Uber ter voltado atrás e decidido não abandonar o mercado de Macau, o presidente da Associação dos Passageiros de Táxis de Macau (MTPA, na sigla em língua inglesa), Andrew Scott, defende que a permanência da plataforma vai contribuir para o agravamento da indefinição jurídica em torno dos serviços oferecido pela empresa: “O problema essencial mantém-se: o Governo não tem um enquadramento legal para lidar com as aplicações de solicitação transporte”.

Considerando que o Executivo tem revelado uma insistente implicância com a empresa de transporte alternativo aos táxis, Scott alerta para a insustentabilidade da situação actual: “A Uber não é sustentável em Macau enquanto o Governo continuar a declarar que é ilegal. Enquanto cidade internacional e moderna, e enquanto eixo de turismo e lazer, Macau precisa de uma aplicação de smartphone que conecte os passageiros aos motoristas. É absolutamente essencial”, refere o responsável, sublinhando que aplicação tem de ser legal, licenciada e aceite pelo Governo. “Não há nada pior do que termos esta situação de agentes da polícia à paisana a mandar parar os carros, algo extremamente desconfortável para os passageiros e condutores”, considera. “O Governo precisa instituir legislação e um enquadramento que permita que essas aplicações sejas usadas”, atesta o empresário.

 

 

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