Cientistas da China promovem supercomputador Tianhe-2 em Macau

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Especialistas provenientes do Centro Nacional de Supercomputação de Guangzhou da Universidade Zhongshan, na vizinha província continental, estiveram ontem de manhã em Macau para uma conferência sobre supercomputação e o contributo que uma tal área do conhecimento poderá dar para o desenvolvimento da investigação científica e da indústria na RAEM. O supercomputador de fabrico chinês Tianhe-2 foi o “cabeça-de-cartaz”, centrando muitas das intervenções de ontem no auditório do Fundo para o Desenvolvimento das Ciências e da Tecnologia (FDCT).

No seu discurso sobre o tema “Ciência, engenharia e indústria com base no Tianhe-2”, Haiming Huang, engenheiro do Departamento de Computação de Alto Desempenho do Centro Nacional de Supercomputação, apresentou o sistema de software e hardware e as características técnicas daquele supercomputador chinês. Huang explicou, com base na partilha de casos, o leque de aplicações do Tianhe-2 nas diferentes áreas e o seu contributo no âmbito do desenvolvimento da investigação científica e da indústria.

Desenvolvido por uma equipa de 1300 cientistas e engenheiros, o Tianhe-2 chegou a ser, desde Junho de 2013, o supercomputador mais rápido do mundo, estatuto que manteve até ser ultrapassado já em Junho deste ano, pelo também chinês Sunway TaihuLight, do Centro Nacional Chinês de Supercomputação, da cidade de Wuxi, na província de Jiangsu.

As entidades organizadoras do evento de ontem – o Fundo para o Desenvolvimento das Ciências e da Tecnologia e a Direcção dos Serviços de Regulação de Telecomunicações (DSRT) – “esperam que, através dessa palestra, se possa aprofundar a aplicação da tecnologia de supercomputação por parte dos organismos de investigação científica de Macau e o conhecimento dos mesmos sobre os serviços relacionados. Os mesmos organismos alimentam ainda a esperança de que, através da apresentação dos oradores convidados e da partilha de experiências, os participantes possam ter recolhido inspiração suficiente para que possam estudar a possibilidade de aproveitar a tecnologia de supercomputação para ajudar o desenvolvimento da investigação científica ou da indústria”, explica a DSRT, em comunicado de imprensa.

 

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