Dança, teatro infantil e multimédia no festival Multiformas de 2015  

A edição de 2015 do Multiformas inclui quatro espectáculos, a ver entre 6 e 14 de Fevereiro. Abre com a peça “Não sei onde” e prossegue com teatro infantil, teatro físico e bailado multimédia. O evento é promovido pelo CCM.
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O Centro Cultural de Macau apresenta a série “Multiformas”, com quatro novas produções locais em oito espectáculos, que têm lugar em Fevereiro. A programação inclui a peça de dança-teatro “Não sei onde”, o teatro infantil “Lobinho Mau”, o teatro físico “Paisagem Perceptual” e o bailado multimédia “Ligações Perigosas”.

“Não sei onde” é a peça que abre o festival, sendo apresentada nos dias 6 e 7 de Fevereiro. A actuação “junta em palco três corpos sujeitos a diferentes processos de aprendizagem e treino levando o público numa viagem, questionando o sentido da existência neste mundo”, refere um comunicado da organização. “Não sei onde” é produzido e interpretado pelas bailarinas locais Chan Chi Cheng e Wong Choi Si, em colaboração com o coreógrafo taiwanês Liu Yan Cheng. Trata-se de uma criação conjunta de uma nova geração de performers que irá explorar questões sobre temas como o sentimento de pertença e identidade.

“Lobinho Mau”, apresentado nos dias 7 e 8 de Fevereiro, é o segundo espectáculo destinado ao público infantil, e é uma criação do Teatro Areia Preta. “Lobinho Mau” é uma peça original de marionetas adaptada a partir dos três contos clássicos “Os Três Porquinhos”, “O Lobo e os Sete Cabritinhos” e “Capuchinho Vermelho”. Utiliza “elementos multimédia e marionetas para criar uma nova experiência”, refere a organização. A peça conta uma história “repleta de surpresas em que o suspeito do costume deixou de aterrorizar toda a gente para se tornar vegetariano”.

“Paisagem Perceptual”, apresentada a 13 e 14 de Fevereiro é uma experiência de luz, som e teatro físico. Depois de ter trabalhado com um grupo de alunos com dificuldades de aprendizagem, a encenadora de teatro Jenny Mok juntou-se ao designer visual Gabriel Fung e ao músico e engenheiro de som Eric Chan para desenvolverem “um conceito inovador na criação de uma peça de teatro experimental” que tenciona fazer “repensar as noções de realidade e ilusão”.

A série encerra com a versão do Teatro Aether de “Ligações Perigosas”, a 13 a 14 de Fevereiro. Trata-se de um romance imortal “descrito como um dos mais escandalosos e controversos trabalhos da literatura europeia”. O livro de Pierre Choderlos de Laclos, cuja narrativa é construída através da correspondência trocada entre as personagens principais, foi adaptado e interpretado em diversas produções, do teatro e cinema à televisão e à rádio. Nesta perspectiva contemporânea assinada por Yves Etienne Sonolet e Thomas Tse, a comunicação é feita através de dança, projecções e dos “provocantes novos dialectos popularizados pelos media sociais”.

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