Associação de Patinagem comemora 30 anos

Trinta anos depois de constituída, e com oito campeonatos asiáticos conquistados, a Associação de Patinagem de Macau (APM) organizará um conjunto de actividades destinadas a assinalar a data, com atletas de Macau, China, Japão e Taiwan.

Entre quinta-feira e domingo, cerca de 220 atletas vão “desfilar” no ringue do pavilhão do colégio D. Bosco, quer em competição quer em actividades de demonstração nas especialidades de hóquei em patins e patins em linha, centradas sobretudo nas camadas mais jovens oriundas da formação local, explicou o presidente da APM, António Aguiar.

Em Macau vão marcar presença três árbitros internacionais oriundos de Portugal – Joaquim Pinto, José Pinto e Florindo Cardoso – para a especialidade de hóquei em patins e outros dois do interior da China e de Taiwan para as competições com patins em linha, sendo que, ao longo da semana, Jorge Santos, antigo internacional de Macau, vai ajudar na formação de jogadores, treinadores e dirigentes locais.

O torneio do 30.º aniversário integra também, segundo António Aguiar, o regime de preparação dos juniores locais que seguem para a Colômbia, em Outubro, para participarem no Mundial de hóquei em patins e no qual a APM quer apenas que os “jogadores se entreguem de corpo e alma representando Macau com dignidade”.

“O Mundial é disputado por jogadores sub-20 e os nossos atletas têm 15, 16 ou 17 anos e, por isso, não vão à Colômbia para ganhar, mas nós exigimos –  e eles cumprem – que entrem em campo para dignificar a camisola de Macau e que se apliquem dando tudo por tudo no jogo”, afirmou.

António Aguiar acrescentou também que “daqui a quatro anos será diferente e a estes jovens já será exigido um patamar diferente”.

“Este ano que saiam dos jogos de consciência tranquila de que fizeram tudo o que se lhes exige e que ganhem a experiência também necessária nestas competições”, apontou.

Ainda nas celebrações, António Aguiar prometeu uma revista com os 30 anos de actividade da Associação de Patinagem e espera conseguir “rapidamente” o tão desejado ringue e pista de velocidade para desenvolver a modalidade.

“Hoje em dia – e estamos em com o Instituto do Desporto e o Instituto dos Assuntos Cívicos e Municipais – existem materiais que podem ser utilizados para a patinagem, quer em recintos cobertos, quer ao ar livre, e estamos todos a trabalhar em conjunto para obtermos o tão desejado local de treino e competição”, explicou.

Sem data marcada para o novo ringue, António Aguiar deseja que o objectivo se cumpra ainda no mandato da actual direcção, que termina no final de 2014.

Com 22 anos na direcção da Associação de Patinagem de Macau e 15 como presidente, António Aguiar destacou ainda o apoio dado pelo Instituto do Desporto à modalidade, que tem sido “essencial para o desenvolvimento da patinagem”, numa cidade onde não existem equipas profissionais.

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